Aos 20 anos, Angelita Borges lançou seu primeiro livro. Ela é estudante de Comunicação social - Jornalismo na Universidade de Santa Cruz e apaixonada por literatura desde os cinco anos. Como ela mesma se descreve, tem um pé no Jornalismo e outro na literatura. Aos 13 anos, veio a vontade de escrever. Desde então, não parou mais.
Tudo começou com um blog. Angelita decidiu criar a plataforma no mundo digital como forma de mostrar seu trabalho a alguém. Capítulos da história eram postados quase que diariamente. Em janeiro de 2013, Angelita realizou um intercâmbio para a cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos. Mesmo longe de sua terra natal, Santa Cruz, ela continuava a escrever. Aproveitou a viagem e os passeios às praias californianas mas, em nenhum momento, deixou de lado o blog e seus personagens.
Todo o esforço foi recompensado em setembro do mesmo ano. A 26ª Feira do Livro de Santa Cruz serviu de palco para que Angelita lançasse seu livro. O livro que surgiu a partir da plataforma na internet. No dia 7 de setembro, o público conhecia a obra Stella Devonne, publicada pela editora Kazuá.
Stella Devonne vive na França de 1950, como uma mulher decidida e independente, que tem como único contato a avó. A personagem tem origem humilde e sonha em viajar para os Estados Unidos. Ao se envolver com um duque, sua vida se complica, a ponto de se envolver com a polícia. O desenrolar da história se dá em uma linguagem leve de fácil compreensão.
Confira a entrevista com a autora Angelita Borges
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Como surgiu a ideia do livro?
A ideia surgiu porque eu queria mostrar meu trabalho de algum forma. Então comecei a escrever em um blog. Eu não estava escrevendo um livro naquele momento, eu estava vendo a reação dos leitores. E o pessoal gostou.
Quanto tempo levou para ficar pronto?
Três meses. Eu queria escrever um capítulo por dia, mas não deu. Terminei com 60 capítulos.
De onde surgiu os nomes de cada personagem? São inspirados em alguém?
A Stella foi o primeiro que surgiu na minha cabeça. Os outros eu fui inventando. A Amalie veio da Amelie Poulain, adoro aquele filme. O sobrenome dela significa "bacharel" em francês. Foram escolhas aleatórias.
Como foi feito o contato com a editora?
A editora veio de uma indicação de um amigo meu. Mandei o texto e eles gostaram.
Tem planos para lançar outro livro?
Tenho, sim! Só não sei exatamente sobre o que ainda. Tentei escrever outros romances, mas nenhum deles vingou. Estou próxima dos contos agora. Vamos ver o que acontece.
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| Sessão de autógrafos na semana da 26ª Feira do Livro de Santa Cruz |





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